Hoje é bom e ao mesmo tempo ruim percebermos tudo à nossa volta.
O amor é um fingido, uma ilusão, uma hipocrisia em sua natureza, não porque ele não é bom o bastante, mas porque as pessoas o transformaram assim, numa coisa sem valor nenhum.
Hoje é muito mais bonito e moderno sair beijando meio mundo, bebendo fora dos limites em alguma festa, conhecendo esse aquele, aquela e a fulana, belltrano e cicrano com “segundas intenções”.
A razão da amizade até essa esta fraca, perdida, em meros lugares inútil, o seu significado perdeu a eterna razão.
Talvez nossos antepassados soubessem muito mais do que nós próprios, talvez não tivessem tanta liberdade como nós, não acreditassem em tudo, não vissem e nem vivessem nada como hoje, mas acredito que estavam mais felizes.
Quantos estão por ai vivendo uma “felicidade falsa” com as noitadas e mais noitadas, com as ficadas incessantes, as bebidas degradantes, a falta de valor moral por si próprio e quando acordam no dia seguinte é sempre a mesma fala “Ahhh ontem tava massa, peguei tantas numa noite, mas não da nada, e bebi até cair!”
A geração esta assim a cada dia que passa, mais vivem como mortos do que como vivos, como zumbis do que como seres humanos.
Essa lógica de “ser humano” poderia ser substituída por algo como: Homem máquina.
Quanto mais eu conheço as pessoas, mais eu noto que a infantilidade, o egoísmo, a ingratidão, a falta de humildade, a injustiça, a falta de amor, de valores, de responsabilidades, imaturidade, e mais importante a falta de educação estão presentes.
Se o amor pudesse sobreviver talvez ele tivesse a missão de “reanimar” as almas sobreviventes, porque a maioria esta morrendo por dentro de si mesmo, apagando suas pegadas, fechando os olhos, matando o seu corpo, jogando a esperança fora, criando raízes como seres mutantes que não se importam como o mais importante: O que realmente é viver?
Úrsula Kimberly

